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Sinduscon quer ampliar modalidades de seguro

Meta é dar mais agilidade aos financiamentos para a casa própria. Seguro garantiria entrega da obra e o pagamento pela seguradora em caso de inadimplência do cliente O setor da construção civil de Minas Gerais quer ampliar a utilização das novas modalidades de seguros imobiliários, propostas pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O objetivo seria dar mais agilidade aos financiamentos para casa própria e reduzir os custos dos negócios para construtoras, mutuários e instituições financeiras. Conforme o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Walter Bernardes de Castro, ainda é cedo para estimar em quanto seria a redução dos custos para o setor. De acordo com informações da CBIC, existem discussões com o Ministério da Fazenda, com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e com o Banco Central (BC) para tornar as novas modalidades obrigatórias nos contratos. Os seguros garantiriam a entrega das obras e o pagamento pela seguradora em caso de inadimplência do cliente. Ao diminuir os custos do negócio, o preço do financiamento também cairia, beneficiando todos os envolvidos no processo. “Certamente é um fator positivo para todos os lados que compõem o setor da construção civil no país”, afirmou Castro. De acordo com ele, já existem algumas empresas que oferecem produtos nos moldes propostos nas discussões. Além disso, para Castro a entrada das novas modalidades traria uma securitização dos recebíveis para as construtoras, no caso de financiamentos diretos pelas empresas. Aquecimento – Hoje, existem dois tipos de seguros obrigatórios no Brasil, que estão embutidos no valor do financiamento e que consistem na modalidade para danos físicos ao imóvel e de responsabilidade civil da construtora. Já haveriam outras formas de seguro fora do país que seriam bem aplicadas pelo setor da construção nacional. O esforço corresponderia ao aquecimento da construção civil no país, motivado pelo aumento do volume de crédito no mercado, pela ampliação da renda da população e sobretudo pelas facilidades dos financiamentos habitacionais. O mercado estaria mais atrativo, vivendo uma etapa de bons negócios a partir de investidores que buscam garantias e segurança. Os focos iniciais para as novas propostas seriam as instituições financeiras e as construtoras, segundo informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. O governo federal estaria interessado no fomento às novas modalidades e os resultados das discussões devem surgir em outubro, com um evento que trará ao Brasil experiências internacionais na área de seguros imobiliários. MARX FERNANDES

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