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A assessora econômica do Sinduscon-MG, Ieda Vasconcelos, falou sobre as perspectivas para a construção civil no 1º Fórum da Abrasfe - Imagem: Divulgação Abrasfe
Sinduscon-MG realiza palestras em cinco eventos da cadeia produtiva

A assessora econômica do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Ieda Vasconcelos, palestrou em cinco diferentes eventos do setor nos últimos quinze dias, para abordar temas ligados à economia e ao mercado imobiliário.

A profissional falou sobre a conjuntura nacional, o desempenho e as perspectivas para a Construção Civil durante o XIV Seminário de Atualização Tecnológica da Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (Abrasip-MG), realizado no dia 27 de setembro, em Belo Horizonte. Assunto que também foi abordado pela economista no Encontro Nacional dos Seconcis (Ense), promovido no dia 29 de setembro, no Rio de Janeiro, e no 1º Fórum da Associação Brasileira de Fôrmas, Escoramento e Acesso (Abrasfe), realizado no último dia 03, em São Paulo.

Antes, no dia 25 de setembro, Ieda ministrou a palestra “Cenário Econômico Nacional e a Construção Civil: Perspectivas para o último trimestre de 2017”, durante o 3º Encontro Setorial AMVID destinado aos empresários das indústrias processadoras de vidros e cristais planos de Minas Gerais. Além de ter falado sobre o desempenho do mercado imobiliário de BH, Nova Lima, Betim, Contagem e Santa Luzia no 1º semestre de 2017 durante reunião promovida pelo Sinduscon-MG Jovem no dia 28 de setembro.

Segundo a profissional, “as cinco palestras destacaram que os mais diversos indicadores evidenciam que a recessão, uma das mais extensas e graves da história nacional, ficou para trás. O aumento do PIB nos dois primeiros trimestres do ano, a inflação em patamares reduzidos, a queda dos juros e a redução do desemprego evidenciam que a economia brasileira apresenta sólidos sinais de recuperação. Em função disso, as perspectivas indicam crescimento de 0,7% do PIB em 2017, o  IPCA/IBGE, que é o indicador oficial da inflação no País está em torno de 3% e a taxa de juros na casa de 7% para o final de 2017. Neste cenário, os investimentos tendem a ganhar fôlego nos próximos meses, favorecendo os setores produtivos como a Construção Civil.”, analisa.

 

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